Mudança de horário – Aniversário da Aconseg-SP

A Aconseg-SP comunica que o horário de início da comemoração de seu aniversário e posse da nova diretoria foi alterado para 20h30. O evento será realizado hoje (17 de novembro), no Circolo Italiano.

O horário foi alterado em virtude da realização da missa de 7º Dia de Marco Antonio Rossi e Lucio Flávio de Oliveira, que ocorrerá às 19h30, na Paróquia Nossa Senhora do Rosário de Fátima, em São Paulo. (Cobertura Editora/Aconseg-SP)

Gerir negócios requer união dos propósitos da companhia e dos executivos O profissional deve entender os riscos de sua posição

Assumir responsabilidades por suas decisões e saber se relacionar com a equipe, transmitindo transparência e ainda estar afinado com a estratégia da companhia são desafios e riscos que o executivo deve avaliar antes mesmo de assumir um cargo de grande exposição.

Esses assuntos foram explorados e debatidos durante o workshop “Proposta de valor em um mundo em transformação: quando os propósitos da empresa e dos executivos se unem a favor da gestão do negócio”, realizado pela VIS Corretora, dia 11, em São Paulo.

Para o headhunter sócio da FLOW Executive Finders, Igor Schultz, é preciso que os executivos tenham consciência sobre o propósito e o risco da sua posição, antes mesmo de aceitar o cargo proposto. “O que o executivo deveria olhar é o perfil dos acionistas, a questão de governança e compliance, os movimentos de transformação que essa empresa passou recentemente, fusão, aquisição, associação, cultura, proposta de valor da empresa, a política de negócio, e como lida com questões governamentais”.

Uma pesquisa realizada pela FLOW Executive Finders, com 515 executivos, revela que 40% não se preocupam em disseminar o propósito e os valores da companhia, tanto que 45% deles desconhecem esses quesitos da organização. Porém, no momento da contratação, 92% buscaram informações sobre as organizações que os abordaram para uma posição e 58% dizem que os desafios são o que mais os satisfazem.

Hoje, muitos executivos já têm consciência dos riscos do seu cargo e entendem o seguro D&O como um benefício a ser oferecido pelas companhias. “Esse momento do país expõe ainda mais os administradores de empresas. Em uma investigação sobre possíveis erros na administração, a empresa pode receber uma multa que pode chegar a 20% do faturamento e o executivo responsável pode responder com seus bens particulares uma investigação, e proteger o seu patrimônio pessoal é o papel do seguro D&O”, explica o gerente de financial lines da AIG Seguros, Flávio Sá.

Nota de falecimento – Marco Antonio Rossi e Lúcio Flávio de Oliveira

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A Aconseg-SP em nome de todos seus Associados lamenta profundamente a morte do Presidente da Bradesco Seguros Sr. Marco Antonio Rossi
e do Presidente da Bradesco Vida e Previdência Sr. Lucio Flávio Condurú de Oliveira, ocorrido em 10/11/2015.

Nossos mais sinceros sentimentos que Deus conforte o coração dos familiares e amigos neste momento tão difícil.

ETAD é destaque na Who’s Who Legal

O escritório brasileiro Ernesto Tzirulnik Advocacia – ETAD conseguiu a proeza de figurar na liderança da categoria Seguros em três rankings internacionais. Depois do Chambers & Partners e do The Legal 500 Latin America, agora foi a vez de a publicação britânica Who’s Who Legal destacar o ETAD como o principal escritório brasileiro de advocacia com foco no setor de Seguros.

A publicação destaca que o advogado Ernesto Tzirulnik, titular da banca, é visto como “autoridade sobre a lei de seguros no país” e também um habilidoso negociador e estrategista. A Who’s Who faz sua pesquisa com base em depoimentos dados pelos clientes. Outro sócio do ETAD, o advogado Paulo Luiz de Toledo Piza, foi classificado como um profissional com alta compreensão técnica e acadêmica sobre questões envolvendo seguros complexos e resseguros.

FONTE: FOLHA DE S. PAULO (Coluna Mônica Bergamo)

Mercado global de seguros para mulheres dobrará até 2030

No Brasil, esse mercado poderá crescer até 12 vezes, atingindo US$ 122 bilhões. Empreendedorismo feminino é um dos focos

 

São Paulo, setembro de 2015 – A AXA, em parceria com o IFC e a Accenture, realizou um estudo em dez economias emergentes, que mostra que em 2030 o mercado global de seguros deverá faturar  entre US$ 1,4 a US$ 1,7 trilhão com serviços adquiridos por mulheres. Em 2013, esse montante era de US$ 777 bilhões.

 

O estudo aponta que 50% desse crescimento será proveniente das dez economias emergentes pesquisadas[1]. No Brasil, a estimativa é de que esse mercado cresça entre oito e 12 vezes, quando comparado ao valor em prêmios pagos por mulheres em 2013, US$ 10 bilhões, atrás apenas da indústria indonésia que deverá crescer entre dez e 16 vezes.

 

No Brasil, as razões apontadas para essa expansão são o crescimento da renda; da participação da mulher no mercado de trabalho, da expectativa de vida e da quantidade de anos de aposentadoria. Também fazem parte da lista o aumento do poder de barganha das mulheres em seus domicílios – fortemente relacionado ao incremento da renda -, da quatidade de mulheres solteiras – que, por isso, devem prover suas necessidades – e o enorme déficit de proteção para pequenas e médias empresas, das quais 43% tem mulheres como proprietárias.

 

O estudo revela ainda que as brasileiras são as mais dispostas a gastar maiores quantias em seguros, principalmente relacionados a riscos que ameacem seu lar e sua família – especialmente no ramo de saúde. No entanto, na contra-mão dessa tendência, três motivos são apontados como entraves para concretização desse potencial: conhecimento insipiente dos benefícios do seguro, relacionada à falta de proatividade no processo de venda;  insegurança em relação à tomada de decisões financeiras; e a percepção de que seguro é caro.

 

Para Philippe Jouvelot, presidente da AXA no Brasil, “a pesquisa aponta um traço comportamental importante: elas tendem a ser mais conscientes em relação a riscos. Para aproveitar essa oportunidade, temos de ser bem-sucedidos na oferta, que deve levar em consideração as suas necessidades como mulher, mas também como geradoras de sua riqueza e tomadoras de decisão”.

 

 

Empreendedorismo feminino como foco

 

Um dos segmentos foco que impulsionará a expansão do mercado de seguros para mulheres no país será o de empreendedoras, já que elas são donas de 43% das pequenas e médias empresas (PMEs) brasileiras e 70% de todas as PMEs não possuem qualquer tipo de seguro.

 

Para Philippe Jouvelot, presidente da AXA no Brasil, “o reporte retrata a mulher como um motor de desenvolvimento econômico. No caso das empreendedoras, isso é ainda mais evidente. O seguro tem de ser pensado como um meio de garantir a continuidade dos negócios, mas isso ainda é pouco percebido, não só por desconhecimento, mas também porque a oferta para esse perfil precisa ser incrementada”.

 

O estudo mostra também que, para as empreendedoras, os negócios e a vida pessoal estão intimamente relacionados – eventos como a gravidez, nascimento dos filhos e licença maternidade podem gerar um grande impacto nas atividades que geram a renda. Outro dado interessante é o fato de que mulheres têm maior tendência de operar os negócios a partir de sua residência. Por isso, um dos caminhos apontados para incrementar a oferta para empreendedoras é considerar pacotes que incluam proteção pessoal e para os negócios, como, por exemplo, um seguro que proteja os equipamentos utilizados na empresa e também a casa.

 

Entre as entrevistadas brasileiras, um seguro para que facilite o acesso ao crédito aparece entre as demandas: “conheço várias empreendedoras que têm muita dificuldade para obter crédito sem disponibilizar seus bens pessoais como garantia. Algum tipo de seguro que facilite o acesso seria um grande benefício para começar um negócio ou para ajudar no seu desenvolvimento”.

 

[1] Estudo realizado por meio  de entrevistas pessoais com 174 representantes da indústria (corretores, agentes, mulheres clientes, reguladores e associações), com suporte de pesquisas e literatura relacionada ao tema.

Dez países pesquisados: Brasil, China, Colômbia, Índia, Indonésia, México, Marrocos, Nigéria, Tailândia e Turquia.

25/09/2015 – REVISTA COBERTURA MERCADO DE SEGUROS

Chubb reafirma importância das assessorias

15111_thumb_gFazer com que o produto chegue ao cliente e assim que a Chubb seja reconhecida por seus diferenciais. É esse o objetivo da seguradora no mercado segurador brasileiro e, para que chegue a esse resultado, a companhia conta com o apoio das assessorias de seguros para o contato direto com o corretor.

“Esse canal de distribuição é essencial para poder disponibilizar o produto e tem capilaridade suficiente para fazer essa distribuição. Continua sendo importante estrategicamente para a nova companhia, já é para nós na Chubb, por isso uma das grandes fortalezas da companhia é a multiplicidade dos canais de distribuição”, ressaltou o presidente e CEO da seguradora, Nivaldo Venturini, durante o almoço da Aconseg-SP, realizado ontem, 3 de setembro.

A diretora de personal lines, Priscilla Magni, também enfatizou o trabalho das assessorias no mercado. “É importante esse canal de distribuição para atender o que conhecemos da ACE, pois eles não têm a capilaridade que nós temos com as assessorias”.

E falando de ACE e Chubb, o assunto da fusão das companhias foi um dos pontos altos do encontro. “Ainda estamos no processo preliminar, a fusão será oferecida para aprovação em outubro aos acionistas nos Estados Unidos, uma vez aprovada, será deflagrada toda a parte regulatória que pode ir até o primeiro trimestre do ano que vem”.

Para o presidente da Aconseg-SP, Jorge Teixeira Barbosa, essa fusão fará com que as assessorias sejam ainda mais assertivas ao trabalharem com a Chubb. “Sabemos do diferencial da companhia em seus produtos e serviços, e é importante que as assessorias de seguros continuem sendo um canal de distribuição diferenciado para que a Chubb seja reconhecida pelo mercado como um todo”. (Cobertura Editora/Aconseg-SP)

Presidente da Aconseg-SP marca presença em evento da Câmara dos Corretores de Seguros de São Paulo

O presidente da Aconseg-SP, Jorge Teixeira Barbosa, representou a entidade na 29ª Tribuna Livre, promovida pela Câmara dos Corretores de Seguros de São Paulo (Câmaracor-SP), ontem, 29 de junho. O evento contou com a palestra do chairman da Chubb Seguros, Acacio Queiroz, que compartilhou as experiências relatadas em seu livro “Minhas bagagens”.

Ter experiência em liderança, saber equilibrar vida pessoal e profissional, usar a intel

Presidente da Aconseg-SP marca presença em evento da Câmara dos Corretores de Seguros de São Paulo

O presidente da Aconseg-SP, Jorge Teixeira Barbosa, representou a entidade na 29ª Tribuna Livre, promovida pela Câmara dos Corretores de Seguros de São Paulo (Câmaracor-SP), ontem, 29 de junho. O evento contou com a palestra do chairman da Chubb Seguros, Acacio Queiroz, que compartilhou as experiências relatadas em seu livro “Minhas bagagens”.

Ter experiência em liderança, saber equilibrar vida pessoal e profissional, usar a inteligência emocional, gerando resultados, e entender o perfil de diversas gerações foram alguns conhecimentos transmitidos durante o evento.

Na ocasião, ele também comentou sobre o atual momento econômico do País. Para o executivo, a crise mostra outros caminhos e ensina a ter atitudes diferenciadas. “Ela ensina a ser criativo, produtivo, otimista, ter visão, trabalhar em equipe e ser humilde. Em vez de falar em crise, vamos buscar novas oportunidades”.

O presidente da Aconseg-SP enfatiza que a busca por alternativas é de suma importância para os profissionais que atuam em parceria com as assessorias de seguros. “É muito bom ouvir de alguém com vasta experiência, como o Acacio, alternativas para superar esse momento de crise. Não podemos olhar como um momento difícil, mas sim como de novas oportunidades e caminhos que nunca foram trilhados”. (Fonte: Cobertura Editora/Aconseg-SP)